Fundação de Ação Social de Curitiba

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Abordagem social e serviços especializados

Serviço Especializado em Abordagem Social

A abordagem social é um serviço dos CREAS e de outras unidades de Proteção Social Especial, como o Centro Pop Resgate Social e o Centro de Convivência Criança Quer Futuro. É realizada de forma programada e continuada, de acordo com agendamento e mapeamento, assim como atende a denúncias e  solicitações do serviço de atendimento ao cidadão 156.

Tem como objetivo assegurar atendimento social de abordagem e busca ativa, para identificar a ocorrência  de trabalho infantil, exploração sexual de crianças e adolescentes, pessoas em situação de rua, e outras situações de risco e violações de direitos.

Na abordagem é prestado atendimento às necessidades imediatas, com acolhimento e encaminhamento das pessoas para os CREAS, Centro Pop Resgate Social, Centro de Convivência Criança Quer Futuro e outros serviços socioassistenciais ou da rede de proteção social.

Como é realizado:

> Abordagem social nas ruas, praças, "mocós" e locais mapeados como de incidência de população em situação de rua, mendicância, trabalho infantil, exploração sexual, entre outras situações de violação de direitos;

> Atendimento emergencial às solicitações da central de atendimento 156, realizando os encaminhamentos necessários para a proteção dos indivíduos e famílias;

> Acolhimento de famílias e pessoas, a natureza e identificação das violações, condições em que vivem, estratégias de sobrevivência, procedências, aspirações, desejos e relações estabelecidas com as instituições;

> Ações de sensibilização, para divulgação do trabalho realizado, junto à população e comércio, sobre a importância do não dar esmola;

>  Ações de encaminhamento e atendimento das pessoas e famílias abordadas, de acordo com as situações de violações de direitos identificadas.

Público atendido:

> Crianças, adolescentes, jovens, adultos, idosos e famílias que utilizam espaços públicos
como forma de moradia e/ou sobrevivência;
> Crianças e adolescentes em situação de trabalho infantil;
> Crianças e adolescentes em situação de exploração sexual.

Como acessar o serviço:

> Disque 156 - Central de Atendimento e Informações

Nas situações de emergências, fazer contato com:

> Central 156
> Delegacia da Mulher: (41) 3219-8600
> Delegacia do Adolescente: (41)3366-2332
> Conselho Tutelar Portão: (41)3245-8096 e (41)3288-8251
> Núcleo de Proteção à Criança e ao Adolecente Vítima de Crimes (Nucria): (41)3244-3577
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Serviço de Proteção e Atendimento Especializado a Famílias e Indivíduos - PAEFI

Serviço realizado nos CREAS, o PAEFI tem por objetivos apoiar, orientar e acompanhar as  famílias em que uma ou mais pessoas estão em situação de ameaça ou violação de direitos.

O trabalho com as famílias é pautado em abordagem psicossocial e jurídico-social, com foco na superação da violação de direitos, fortalecimento de vínculos e mudança dos fatores que contribuem para as violações. Deve garantir atenção imediata, adotando procedimentos necessários para a inclusão da  família e seus membros em serviços socioassistenciais ou da rede proteção social.

Como é realizado:

> Por equipes multifuncionais do CREAS;
> O primeiro passo é a acolhida da família ou pessoa que busca o CREAS, e identificação das situações emergenciais, adotando medidas para cessação de  situações de violência;
> Os técnicos realizam estudo de caso/investigação diagnóstica;
> O Plano de Intervenção Familiar é realizado em conjunto com a família;
> O atendimento psicossocial e jurídico-social acontece em grupo ou individual;
> Orientação e apoio especializado são oferecidos conforme as situações;
> Os técnicos realizam entrevistas e visitas domiciliares;
> Fazem encaminhamentos para a Rede de Proteção Social;
> Os técnicos fazem o acompanhamento dos casos atendidos

Público atendido:

> Famílias e indivíduos que vivenciam violações de direitos, por violência física, psicológica e negligência;
> Vítimas de Violência sexual (abuso e/ou exploração sexual);
> Pessoas afastadas do convívio familiar por aplicação de medida socioeducativa ou de proteção;
> Pessoas em situação de rua e mendicância;
> Vítimas de abandono;
> Crianças e adolescentes em situação de trabalho;
> Vítimas de discriminação ou submissão;
> Famílias que não estão cumprindo as condicionalidades do PETI (Programa de Erradicação do Trabalho Infantil).
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